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Apoio psicológico e profissão de risco

A profissão de vigilante é uma das mais estressantes funções, por conta do alto grau de exposição à violência. O perigo faz parte do cotidiano dos vigilantes em vários locais no país e lidar com assaltos e o impacto psicológico que essa violência causa não é fácil.

Um estudo realizado em Minas Gerais pela Fundação Mariana Resende Costa (Fumarc/MG) revela que o tratamento dado aos trabalhadores após assaltos é inadequado ou inexistente.  As empresas de vigilância têm a responsabilidade de oferecer apoio, mas o que se vê é repreeensão e negligência.

Esse tipo de atitude agrava o estado de estresse pós-traumático, com quadros de isonia, desamparo, impotência, agressividade e depressão, o que, obviamente, afeta drasticamente o rendimento e atenção no trabalho.

Dado o cenário delicado que esses profissionais vivenciam, estão em andamento projetos não governamentais e governamentais que visam estabelecer perante a lei procedimentos para um maior  amparo psicológico e tratamento do estresse e traumas ocasionados por situações de violência.

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